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CELEBRANDO A PRIMAVERA

No Hemisfério Sul, a Primavera começa no dia 22 de Setembro, com a entrada do Sol em Libra

Vamos procurar o lugar perfeito em nossos Santuários para a celebração da Primavera.

Existem vários mitos que representam esta fase da Natureza e seu efeito para a vida na Terra. O mito grego de Perséfone é uma metáfora que nos adverte para  o desequilíbrio do mundo natural. A  Mãe Natureza precisa ser feliz ao menos 1/4 do tempo, neste caso de um ano, para que nosso mundo não seja transformado em um inóspito planeta com a sobrevivência de seres apenas das espécies  mais resistentes. O equilíbrio entre todos os reinos da Natureza e a convivência harmônica entre todas as espécies são representados pela maravilhosa riqueza de tonalidades e cores que explode à nossa volta nesse momento do ano. A vida fervilha e festeja, cada ente à sua maneira. Você pode colorir e iluminar seu habitat favorito no Santuário e chamar seus amigos preferidos ou se você já for um viajante experiente, aventure-se em busca de um loccus como Restitutus, nosso loccus virtual, para celebrarmos juntos a passagem por mais esse limiar. Em Restitutus talvez nos encontremos no centro da teia de luz do Mapa do Universo para uma renovação integral. Leia a estória do post anterior – A Alegria de Elory - para compreender a minha sugestão.

A festa do Equinócio da Primavera, também conhecido como Ritual do Equinócio Vernal, Festival das árvores, Alban Eilir, Ostara e Rito de Eostre, é o rito de fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o redespertar da vida na Terra. Nesse dia sagrado, as pessoas acendem fogueiras novas ao nascer do sol, se rejubilam, tocam sinos e decoram ovos cozidos – um antigo costume pagão associado à Deusa da Fertilidade.

Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Em certas partes do mundo pintavam-se os ovos do Equinócio da Primavera de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-os em rituais para honrar o Deus Sol.

Os aspectos da Deusa invocados nesse Sabbat são Eostre (a deusa saxônica da fertilidade) e Ostara (a deusa alemã da fertilidade). Em algumas tradições wiccanas, as deidades da fertilidade adoradas nesse dia são a Deusa das Plantas e o Senhor das Matas.

Como a maioria dos antigos festivais pagãos, o Equinócio da Primavera foi cristianizado pela Igreja na Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A Páscoa (em inglês “Easter”, nome derivado da deidade saxônica da fertilidade, Eostre) só recebeu oficialmente esse nome da Deusa após o fim da Idade Média.

Até hoje, o Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema do calendário lunar, que estabelece o dia santo no primeiro domingo após a primeira lua cheia, no ou após o Equinócio da Primavera no Hemisfério Norte . (Formalmente isso marca a fase da “gravidez” da Deusa Tríplice, atravessando a estação fértil.) A Páscoa, como quase todas as festividades religiosas cristãs, é enriquecida com inúmeras características, costumes e tradições pagãos, como os ovos de Páscoa e o coelho. Os ovos, como mencionado, eram símbolos antigos de fertilidade oferecidos à deusa dos Pagãos. A lebre era um símbolo de renascimento e ressurreição, sendo animal sagrado para várias deusas lunares, tanto na cultura oriental como na ocidental, incluindo a deusa Ostara, cujo animal era o coelho.

Incensos: violeta africana, jasmim, rosa sálvia e morango.

Cores das velas: dourada, verde, amarela.

Pedras preciosas sagradas: ametista, água-marinha, hematita, jaspe vermelho.

Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, corniso, lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.

Recomeçar

A natureza é sabia e se renova a cada ano. Nossas vidas? Se renovam a cada dia!

Mas para viver, para se renovar, para renascer a cada dia é preciso entender o poder dos ciclos, a sabedoria das estações. É preciso ter mais do que coragem, é preciso ter olhos e coração abertos, é preciso estar disposto, é preciso ter aproveitado verões, se preparado nos outonos, se reservado nos invernos. É preciso acordar pronto para as primaveras! E recebê-las!

O dia de início da primavera simboliza o equilíbrio. Dia e noite iguais. Luz e sombras. Tudo no mais perfeito equilíbrio.

E o equilíbrio, na natureza, só acontece duas vezes ao ano. No equinócio de primavera e no equinócio de outono. Este é o momento exato de apreciá-lo.

Na vida, temos a possibilidade de equilibrar nossos dias sempre, de ponderar nossas escolhas, de aparar nossas arestas.A primavera chegou. E trouxe as flores para que possamos apreciá-la com ânimo renovado. Mas muito mais do que isso, a primavera chegou para nos lembrar: sempre é tempo de recomeçar.

Simboliza o equilíbrio, momento de união entre a deusa Lua e o deus Sol. Deste dia em diante o dia dominará a noite, ou seja, os dias serão maiores que as noites. Os antigos pagãos costumavam acender fogueiras na noite de Ostara, para que o brilho do fogo trouxesse a fertilidade para a Terra e a segurança para seus lares, iluminando o caminho para que o Sol pudesse retornar à Terra.

- O mito de Perséfone e a origem da Primavera -

Quem conta esta estória é Homero, no século VII A.C.

Em um tempo muito antigo, era sempre Primavera. Deméter, a deusa da fecundidade dos campos, passava o ano todo a cobrir a terra de verduras, flores e frutos. Os campos eram sempre verdejantes e as flores nunca murchavam. Deméter era uma das esposas de Zeus, pai de todos os deuses e, com ele, tinha uma filha chamada Core. A jovem costumava brincar com as outras ninfas nos campos floridos. Um dia, atraída pelo perfume do narciso, Core afasta-se das companheiras e debruça- se para colher um botão que floria na borda de um penhasco. Nesse momento a terra se abre e surge da fenda o deus da morte e do mundo subterrâneo, Hades, que a carrega, apesar de seus gritos, em seu carro puxado por “imortais cavalos”, para Hades, seu reino. Perséfone grita pedindo a Zeus que a salve, sem suspeitar que o rapto tinha sido tramado por ele mesmo e por Hades, seu irmão. Do fundo de sua gruta, Hécate, deusa da sombra e da tênue luz da lua, nada vê, mas ouve o grito de Core.

Durante 9 dias, Deméter procura por sua filha, em vão. Na aurora do décimo dia, Hécate vem a seu encontro e diz à deusa inconsolável que sabia que sua filha tinha sido raptada mas não sabia por quem. Juntas, vão perguntar ao Sol, o deus Hélio, que tudo vê no seu curso pelo céu. O deus resplandecente conta que Perséfone tinha sido dada por Zeus a Hades para ser sua esposa e rainha do reino dos mortos, e volta para as alturas no seu carro de luz, deixando imersa em escuro desespero a deusa Deméter.

No mundo subterrâneo, Core recebe o nome de Perséfone.

Deméter abandona o Olimpo e vai para a cidade dos homens. Em toda a Terra, os campos secam e as plantas começam a murchar. As sementes não brotam mais. Zeus percebe que os homens estão perecendo pela fome e que, deste modo, não haverá mais oferendas e sacrifícios para os deuses. Os outros deuses vêm, então, suplicar à Deméter que volte ao Olimpo e cubra a Terra de fertilidade novamente. Mas ela declara que nenhuma semente brotará enquanto não lhe for devolvida Perséfone.

Finalmente, Zeus envia Hermes, o mensageiro, filho de Maia, ao Hades para pedir ao senhor dos mortos que concorde em ceder a esposa à sua mãe.

Hades dá seu consentimento; Core, exultante, prepara-se para partir. Na despedida, o marido pede-lhe que coma com ele alguns gomos de romã. Depois de compartilharem a fruta, Perséfone salta no carro dourado de Hermes e, “puxados por cavalos de longas asas” atravessam os mares, os picos das montanhas, e chegam ao bosque perto do templo. Mãe e filha correm em direção uma a outra e abraçam-se numa alegria sem limites. Subitamente, Deméter suspeita de um embuste e pergunta à filha se tinha comido alguma coisa enquanto estava no mundo subterrâneo. Perséfone lembra-se de ter partilhado a romã com o marido, e sua mãe sabe então que só a terá de volta por dois terços do ano. Um terço a filha terá que passar com Hades no reino dos mortos. Por isso durante uma terça parte do ano tudo seca e morre na natureza. E todos os anos, quando Core volta, tudo volta a brotar. Sua volta traz a primavera – sua mãe cobre a terra de flores.

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Nos países de origem Celta, nesta época do ano, a Deusa Oster ou Eostre é lembrada e honrada com festivais que incluem flores, cores vivas, ovos e lebres.

As flores e as cores vivas representam a primavera; os ovos representam a possibilidade de uma nova vida; os rituais são feitos em homenagem à Mãe Natureza, que mais uma vez fertilizará seus campos e nutrirá os homens que vivem sobre o seu leito; e a lebre branca é o animal sagrado dedicado à Lua, que simboliza a fertilidade e a Deusa.

Na agricultura, assinala o momento em que as sementes são plantadas e começam o seu processo de crescimento. É tido como um momento de união e amor entre a Deusa (Lua) e o Deus (Sol), pois é um período de igualdade e equilíbrio entre as forças da Natureza – marcando também o momento ideal para fortalecer a energia entre homem e mulher. Nesse momento, eles são um só, se completam.

Neste dia, a escuridão e a luz estão equilibradas, assim sendo, esta festa traz sentimentos de equilíbrio e interação. Desse dia em diante o dia domina a noite – os dias são maiores que as noites e a Terra explode com vida. É o retorno do Deus (Sol) após ter estado no mundo inferior ou útero da Deusa durante o período de Inverno.

A Natureza revela-nos o momento de plantar, tanto as sementes na terra como na vida. É o período de celebrar as mudanças do corpo pois nesta estação do ano ficamos mais ativos, dormimos menos, comemos menos e gastamos mais tempo ao ar livre.

“É preciso lembrar que mais uma vez a roda do ano gira e nos leva de encontro a nós mesmos – pedindo um momento de silêncio onde possamos refletir sobre nossos atos e no momento seguinte nos dedicarmos a um novo período de nossas vidas. E não podemos esquecer que abraçar o novo não significa abandonar tudo que fizemos até então, pois nossos passos nos levam ao momento seguinte.”

O Mito da Roda do Ano, centra-se nas figuras da Deusa e do Deus, que representam os princípios fundamentais da natureza. A Deusa é a própria Terra, é a mãe dos frutos e das dádivas da natureza, o Deus por sua vez é o Sol, o princípio do qual a vida depende para se desenvolver. A terra nesta altura começa a livrar-se do peso da longa noite invernal, de estação infrutífera morta, para passar a brilhar com o sol, que começa a aparecer timidamente no céu. É o  início de um novo ciclo. Aproxima-se o momento da primavera, começando o Sol a ganhar força, a permanecer mais tempo no céu e a Terra a vestir-se de flores que se abrem, convidando à fecundação, prometendo desde já os frutos que darão. Esta é sem dúvida a estação da fertilidade, onde a deusa e o Deus, cheios de impulso sexual se atraem e garantem a perpectuação da própria natureza. É tempo de paixões, desvarios, loucuras sexuais, quando a Rainha da primavera e o fogoso Gamo-rei se conhecem e se apaixonam perdidamente.

Equinócio tem origem no latim aequinoctiu que significa a igual duração do dia e da noite. Esta data encontra-se associada a tempos de equilíbrio, de fertilidade e de renascimento, um dos símbolos que se encontram ligados a esta data é sem dúvida o trevo, que com as suas três folhas representa para a religião Celta o príncípio ternário. Ao equinócio da Primavera corresponde no Ogham o amieiro, esta árvore simboliza a proteção e a defesa efetiva, já que a sua madeira é muito resistente e depois de cortada apresenta uma coloração avermelhada, que faz lembrar o sangue derramado em batalhas, motivo pelo qual era usada pelos celtas para fazer os escudos dos seus guerreiros. Esta celebração pagã, foi copiada pelo cristianismo que se baseou nela para criar a páscoa, conhecida pelo seu termo em inglês Easter que deriva do nome da Deusa primaveril anglo-saxónica Eostre e que tinha como animal sagrado a lebre, que o cristianismo transformou no coelhinho da páscoa. Era nesta altura que se realizavam as sementeiras, pois segundo a própria natureza os dias começam a ficar mais claros e com condições exteriores propícias para o desenvolvimento e eclosão das sementes, lançadas e regadas em terrenos férteis.

 

 

 

 

EVOÉ!!!    Queridos amigos!!!

 

 

 

 

 

Em resposta às perguntas da Marina, falo sobre as suas dúvidas e acrescento informações sobre a Roda do Ano abaixo. Note que a colheita de grãos acontece em Lammas e a das frutas no equinócio do Outono.

Em um pais tropical como o nosso é difícil perceber a influência de cada estação nitidamente. O importante é descobrirmos como elas agem em nós internamente.

A melhor fonte de informações sobre Mitos eu encontrei nos livros e DVDs de Joseph Campbell que foi muito importante para a fundação da nossa Igreja Holística e inspirou vários artistas, escritores e cientistas. Recomendo. Ele explica detalhadamente como se forma um mito, do mais singelo aos maiores mitos que foram os dos heróis profetas como Buda, Jesus Cristo, Maomé entre outros. No caso da Primavera, a Terra representa o papel da Rainha para os objetivos do plantio. Ela é a fêmea fértil que se abre receptiva para as sementes que serão ativadas pela virilidade do Rei Sol. A Lua corre em um circuito paralelo à Roda da Vida representando as 13 anciãs que acompanham as estações e momentos intermediários do ano no paganismo. Ela também representa as senhoras dos destinos humanos, as Nornas na mitologia germânica e as Parcas da mitologia grega. Elas conheciam os preceitos ancestrais, os costumes imemoriais e sabiam assim que tipo de vida convinha a cada um. Interessante observar que os deuses também estavam submetidos ao poder das nornas.

Como nosso interesse principal é entender a formação da nossa “matrix” pessoal, uma informação importante que nos chega através das escolas de mistério é o conceito de “Mundo Sublunar”, uma espécie de campo de força que a lua exerce sobre todos os seres de todos os reinos que vivem na Terra que são compatíveis com a noção das senhoras do destino: ao mesmo tempo que nos protege também nos aprisiona em um molde mental restritivo e muito difícil de sair.

O MITO DA RODA DO ANO – INVERTIDO PARA O HEMISFÉRIO SUL

Apesar de cada tradição wiccana cultuar deuses de diferentes panteões, todas elas acreditam em um mito básico onde a Grande Deusa Mãe e o Deus Cornífero – personificações dos princípios femininos e masculinos da natureza – são os personagens principais. Esse mito é uma representação poética dos processos de nascimento, morte e renascimento que ocorrem na natureza ao longo das estações do ano. Segue abaixo uma versão do mito:

No início só havia a Deusa, plena em si mesma, fértil, próspera, cheia de possibilidades.

Sozinha Ela estava, e em meio à escuridão Ela gerou um filho, a criança da luz e da promessa.

Dele, Ela cuidou e alimentou, o nutriu e o embalou. E conforme Ele ia crescendo, sua luz se intensificava, enquanto Ela rejuvenescia.

Movido por seu instinto de liberdade, pelo mundo Ele vagou, e com Ela, agora jovem e bela, Ele se encontrou.

Desde que se viram, eles se encantaram um pelo outro. As flores brotavam e se rejubilavam, numa explosão de cores, inspiradas pela beleza dos dois.

E tamanha era sua paixão, que eles se uniram e se amaram. E a canção desse êxtase vibrou por todo o universo.

Dessa união Ela fora fecundada, e carregava em seu ventre a semente da esperança.

Lada a lado eles ficaram; plenos, majestosos, saboreando os frutos de seu amor. Mas Ele já não brilhava como antes, pois estava enfraquecendo e envelhecendo conforme o ventre dela ia crescendo.

Então cansado, Ele se entregou aos braços dela, rumo à escuridão e ao merecido descanso, navegando por águas calmas até a ilha dos bem aventurados.

Com sua ausência Ela chorou, e triste e frio ficou o mundo.

Mas movida pelo amor, Ela o seguiu, e o encontrou. Dele cuidou e o rejuvenesceu em seu caldeirão da transformação, pois Ela é a sábia, conhecedora te todos os mistérios, a senhora do destino.

E através da semente que Ela carregava, Ele renasceria, e dissiparia novamente as trevas com sua luz, trazendo de volta a alegria e a vida ao mundo.

Assim o ciclo se repete, Ele eternamente dela renascendo, e por amor, eternamente à Ela procurando.

E a Roda gira…

Note que as datas também variam ligeiramente de uma tradição para outra.

1º DE MAIO – Samhain, (vulgo Halloween) o Festival do retorno da Morte, os portões dos mundos se abrem e a Deusa transforma-se na Velha Sábia, a Senhora do Caldeirão, e o Deus é o Rei da Morte que guia as almas perdidas através dos dias escuros de Inverno. Origem: Politeísmo celta representa a morte e os ancestrais.

21 DE JUNHOSOLSTÍCIO DE INVERNO –  Yule (vulgo Yuletide), a escuridão reina como se estivéssemos no caldeirão da Deusa. Assim, o Rei das sombras transforma-se na Criança da Promessa, o Filho do sol, que deverá nascer para restaurar a Natureza. Origem: Paganismo

1º DE AGOSTO – Imbolc ou Candlemas, a luz cresce, o Deus nascido em Yule se manifesta com todo seu vigor, e a Criança da Promessa cresce com a vitalidade e é festejada, pois os dias tornam-se visivelmente mais longos e renova-se a esperança. Origem: Politeísmo celta – primeiros sinais de vida.

19/22 DE SETEMBRO EQUINÓCIO DA PRIMAVERA – Ostara ou Stag, luz e sombras são equilibradas. A luz da vida se eleva e o Deus quebra as correntes do inverno. A Deusa é a Virgem e o Deus renascido é jovem e vigoroso. O amor sagrado da Deusa e do Deus é a promessa do crescimento e da fertilidade. Origem: paganismo.

1º de NOVEMBRO –  Beltane, a Deusa se transforma em um lindo Cervo Branco e o jovem Deus é o Caçador alado. Ao ser perseguida pela floresta, o Cervo Branco se transforma em uma linda mulher, e assim Eles se unem e a sua paixão sustenta o mundo. Origem: politeísmo celta – pleno florecimento da primavera, época dos contos de fadas.

21 DE DEZEMBROSOLSTÍCIO DE VERÃO - Litha, a Deusa é a Rainha do Verão e o Deus, um homem de extrema força e virilidade. O Sol começa a minguar e o Deus começa a seguir rumo ao País de Verão. A Deusa é pura satisfação e demonstra isso através das folhas verdes e das lindas flores do verão. Origem: possivelmente neolítico.

1º DE FEVEREIRO – Lughnasadh vulgo Lammas, a Deusa dá a luz e o Deus novamente morre pela Deusa. A Deusa precisa de sua energia de vida para que a vida possa crescer e prosseguir. O Deus se sacrifica para que a humanidade seja nutrida, mas através do grão Ele renasce. No ápice de sua abundância, ele retira através Dela. Origem: Politeísmo celta – significado época de colheita de grãos.

19/22 DE MARÇOEQUINÓCIO DE OUTONO – Mabon, as luzes e as trevas se equilibram novamente; porém o Sol começa a minguar mais rapidamente. O Deus torna-se então o Ancião, o Senhor das Sombras. Nenhuma origem antiga – época de colheita de frutas.

Data: 21/09/2013 8 Comentários

8 respostas para “CELEBRANDO A PRIMAVERA”

  1. marcia alves dos santos disse:

    lindo! tanto a estória como a maneira de comemorar a entrada da primavera!abraços e obrigada!

  2. Luiza Tosold disse:

    Fico feliz que você tenha gostado e comentado. É tão bom receber retorno por um trabalho feito com tanto cuidado e carinho… Te agradeço pela delicadeza também!

  3. Sergio Ballarini disse:

    Maravilhoso! Eis a expressão que define o a natureza e a qualidade do teu trabalho!

  4. Luiza Tosold disse:

    Me emocionou!!!

  5. Marina disse:

    Muito interessante a Roda do Ano. Gostaria de saber mais sobre esse mito. Obrigada pela aula. Achei que a primavera fosse a estação de colher e não de plantar. Qual é então a estação que se colher os frutos ? Se o sol é o rei e a terra a rainha, o que é a lua?

  6. Luiza Tosold disse:

    Marina,nosso interesse aqui é encontrar o ritual pessoal no nosso próprio Santuário, mas você pode ir até ele com um propósito em mente, um ritual que te atraia… basta lembrar que lá você precisa estar aberta para as transformações que inevitavelmente vão ocorrer. Vou colocar mais informações sobre a Roda do Ano em continuação ao post acima, incluindo as respostas às suas perguntas que não terão espaço suficiente aqui neste pequeno espaço para resposta.
    Você já experimentou o Primeiro Santuário? Lembre-se do áudio na coluna da direita que pode te guiar.
    Um grande abraço e te desejo sucesso em suas explorações!

  7. tania pella venturi disse:

    gostei muito da explicação como sempre cheio de sabedoria.
    grata
    tania

  8. Smithc606 disse:

    I just like the valuable info you provide in your articles. I will bookmark your weblog and check once more here frequently. I am moderately sure I will be told lots of new stuff right right here! Best of luck for the following! eeggcbkbbeedfdec

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